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Distribuidores de Agua Mineral em Cidade de Goiás -Velho

 

Distribuidora de Águas

Distribuidora JBS Águas - S. Bernardo do Campo - SP - (11) 3424-4162 / 4396-2773

Distribuidora Litoral Sul Águas - Itanhaém - SP - (13) 3422-3398

Distribuidora Many Acqua - São Paulo - SP - (11) 9675-7337

Distribuidora RS - Campinas - SP - (19) 3251-4811

Distribuidora Shalom - Salvador - BA - (71) 3244-5627

Distribuidora Tá com sede... - São Paulo - SP 

SPN Distribuidora de Água Mineral - Rio de Janeiro -RJ 

Água Mineral Bioleve - São Bernardo do Campo - SP - (11) 4173-2850

Água Mineral Natural D'Extrema - Extrema - MG - (35) 3435-0743

vendas@dextrema.com.br - www.dextrema.com.br

Água Mineral Jacutinga Saúde - Jacutinga - MG - (35) 3443-1071

Água Mineral Lind'água - Pimenta Bueno - RO - (69) 3451-0200

Água Mineral Lucema - Santa Isabel - SP - (11) 4656-3410

lucema@lucema.com.br - www.lucema.com.br

Água Mineral Meribá - Uchoa - SP - (17) 3826-7100

Água Mineral Pedra Negra - Tremembé - SP - (12) 3626-1167

Água Mineral Pôr do Sol - Campo Grande - MS - (67) 3365-7070

Prata - Prata - PB - (83) 3390-1149

Água Mineral Prata do Vale - Paulista - PE - (81) 3437-1312

Mineradora Figueiras da Serra - Mairiporã - SP -(11) 4485-5151

Água Mineral Nativa

Serrana Água Mineral

Suprir Água Mineral

Disk Água Mineral

Pureza Distribuidora de Água Mineral

Água Iza

Durão e Maia Comércio de Águas

aguamineral viva

A Cristalina é a água mineral do Rio Grande do Norte

ASSOCIAÇÕES

ABIA - Associação Brasileira da indústria de alimentos
ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

ABIPET - Associação Brasileira da Indústria do PET

ABIPLAST - Associação Brasileira das Indústrias de Plástico

ABIR - Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas não Alcoólicas

ABRE - Associação Brasileira de Embalagem

AGEN - Associação dos geólogos e engenheiros da CPRM

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária

CETEM - Centro de Tecnologia Mineral

CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental

 

LINKS IMPORTANTE E RELACINADOS:

CPRM - Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais
DNPM - Departamento Nacional de Produção Mineral

IBRAM - Instituto Brasileiro de Mineração

INP - Instituto Nacional do Plástico

INSTITUTO ADOLFO LUTZ - Laboratório (vinculado à Secretaria de Saúde do Est. São Paulo)

IPT - Instituto de Pesquisa Tecnologica

MINISTÉRIO DA SAÚDE

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

NÚCLEO INOX - Núcleo de Desenvolvimento Técnico Mercadológico do Aço Inoxidável

PERFURADORES.COM - Portal de Águas Subterrâneas

GUIA DE CACHOEIRAS - Portal direcionado ao Ecoturismo

ÁGUAS MINERAIS

Águas minerais são aquelas que por sua composição química ou características físico-químicas são consideradas benéficas à saúde. A rigor, toda água natural, por mais pura que seja, tem um certo conteúdo de sais. As águas subterrâneas são especialmente enriquecidas em sais retirados das rochas e sedimentos por onde percolaram muito vagarosamente.

Durante muito tempo acreditou-se que as águas minerais tinham uma origem diferente da água subterrânea. Sabe-se hoje, contudo, que ambas têm a mesma origem: são águas de superfície que se infiltraram no subsolo. As águas minerais são aquelas que conseguiram atingir profundidades maiores e que, por isto, se enriqueceram em sais, adquirindo novas características físico-químicas, como, por exemplo, pH mais alcalino e temperatura maior.

Para que a água atinja grandes profundidades é necessário que encontre descontinuidades nas rochas, como fraturamentos e falhas geológicas. Sua temperatura será tanto maior quanto maior for a profundidade, devido ao gradiente geotérmico local. Seu conteúdo em sais guarda uma relação direta com o calor, pois a capacidade de dissolver minerais e incorporar solutos aumenta com a temperatura.

Admite-se que uma parte muito pequena das águas minerais sejam provenientes de atividades magmáticas na crosta terrestre. Isto ocorre nas áreas com atividade vulcânica atual ou recente.

No Brasil, a maior parte das ocorrências de águas mineralizadas se dá na forma de fontes naturais.

Hoje, com o avanço da tecnologia de perfuração de poços profundos, pode-se prever que esta passará a ser a forma predominante de captação. As vantagens da captação através de poços são muitas: Produção segundo a demanda; controle mais barato e efetivo da qualidade bacteriológica da água; captação mais profunda e longe da influência das águas rasas, mais recentes e menos mineralizadas.

CLASSIFICAÇÃO DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS

Segundo o Código de Águas do Brasil (decreto-lei 7.841, de 8/08/45), em seu artigo 1°, águas minerais naturais "são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das  águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa".

Neste código as  águas minerais naturais são classificadas segundo suas características permanentes e segundo as características inerentes às fontes.

CLASSIFICAÇÃO DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS CARACTERÍSTICAS PERMANENTES:

Quanto à composição química, as  águas minerais naturais são assim classificadas:

I- Oligominerais: aquelas que contêm diversos tipos de sais, todos em baixa concentração.

II- Radíferas: quando contêm substâncias radioativas dissolvidas, que lhes atribuam radioatividade permanente.

III- Alcalina-bicarbonatadas: as que contêm, por litro, uma quantidade de compostos alcalinos equivalentes a, no mínimo, a 0,200g de bicarbonato de sódio.

IV- Alcalino-terrosas: as que contêm, por litro, uma quantidade de alcalinos terrosos equivalentes a, no mínimo, 0,120g de carbonato de cálcio, distinguindo-se:

IVa- Alcalino-terrosas cálcicas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,048g de cátion Ca, sob a forma de bicarbonato de cálcio.

IV.b- Alcalino-terrosas magnesianas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,030g de cátion Mg, sob a forma de bicarbonato de magnésio.

V- Sulfatadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g do ânion SO 4 , combinado aos cátion Na, K e Mg.

VI- Sulfurosas: as que contêm, no mínimo, 0,001g do ânion S.

VII-Nitratadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g de ânion NO 3 de origem mineral.

VIII- Cloretadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,500g de NaCl.

IX- Ferruginosas: as que contêm, por litro, no mínimo. 0,005g de cátion Fe.

X- Radioativas: as que contêm radônio em dissolução, obedecendo aos seguintes limites:

Xa- Fracamente Radioativas: as que apresentam, no mínimo, um teor em radônio compreendido entre 5 e 10 unidades Mache, por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão;

Xb- Radioativas: as que apresentam um teor em radônio compreendido entre 10 e 50 unidades Mache por litro, a 20° C e 760mm de Hg de pressão;

Xc- Fortemente Radioativas: as que possuírem um teor em radônio superior a 50 unidades Mache, por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão.

XI- Toriativas: as que possuem, por litro, no mínimo, um teor em torônio em dissolução equivalente, em unidades eletrostáticas, a 2 unidades Mache.

XII- Carbogasosas: as que contêm, por litro, 200ml de gás carbônico livre dissolvido, a 20°C e 760mm de Hg de pressão.

 

Água mineral é aquela proveniente de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possua composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhe confira uma ação medicamentosa (Decreto-Lei Nº 7.841, de 08/08/1945). Sais , compostos de enxofre e gases estão entre as substâncias que podem estar dissolvidas na água. Não deve ser confundida com a água de mesa, que é uma água de composição normal, proveniente de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas, que preenche tão-somente as condições de potabilidade para a região. Algumas águas minerais são originárias de regiões com alguma atividade vulcânica .

Os diversos tipos de águas minerais são classificados segundo a composição química, origem da fonte, temperatura e gases presentes. Estes aspectos determinam a forma de uso: consumo como bebida , apenas para banhos e se são terapêuticas ou não.

As águas minerais subterrâneas retornam à superfície através de fontes naturais ou são extraídas através de poços perfurados.

Os exames físicos , químicos e bateriológicos determinam se a água mineral é mais indicada para consumo humano ou banhos.

Tradicionalmente as águas minerais foram usadas ou consumidas diretamente na fonte. Frequentemente centros turísticos cresceram ou crescem em cima ou em torno de locais que contenham águas minerais, mesmo em épocas antigas como ocorreu no Império Romano (famosos banhos públicos dos romanos ).

Modernamente, a água mineral para consumo é distribuída em vasilhames, podendo ser consumida longe das fontes termais. Porém, para banhos terapêuticos ou apenas lazer, as regiões hidrominerais denominadas "estâncias hidrotermais" ou "estâncias hidrominerais" apresentam alguma infra-estrutura com hotéis, spas e outras comodidades para os usuários.

As garrafas de água mineral feitas de vidro devem ser transparentes, de paredes internas lisas, fundo plano e ângulos internos arredondados, com fecho inviolável, resistente a choques e aprovadas pelo DNPM. O rótulo, também padronizado, deve conter: nome da fonte; natureza da água; localidade; data e número da concessão; nome do concessionário; constantes físico-químicas, composição analítica e classificação, segundo o DNPM; volume do conteúdo; carimbo com ano e mês do engarrafamento.

As águas minerais carbogasosas naturais devem conter, no rótulo, em local visível, a informação "água mineral carbogasosa natural". Se o gás foi acrescentado, o rótulo deve ter a inscrição "Água mineral gaseificada artificialmente". Nenhuma informação sobre as propriedades terapêuticas das fontes pode constar dos rótulos, a menos que seja autorizada pela Comissão Permanente de Crenologia.

As águas minerais importadas só podem ser postas à venda após cumprimento, no que lhes for aplicável, a juízo do DNPM, das disposições sobre comércio das águas minerais nacionais estabelecidas no Código de Águas.

É proibido o uso endovenoso de água mineral enquanto não ficar provado, em cada caso, ser isso inofensivo para o paciente, a juízo da Comissão Permanente de Crenologia.

No Brasil, a produção e comercialização de águas minerais são regulamentadas e fiscalizadas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A partir de março de 2007 , passou a vigorar no Brasil a RDC nº 173/06, que regulamenta o assunto.

As características de composição e propriedades para classificação como água mineral bem como sua exploração são regulamentadas pelo Decreto-Lei Nº 7.841, de 8 de agosto de 1945 Código de Águas Minerais .

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